Era uma vez, na cãolandia, um cão chamado pensador porque quando era mais pequeno parava e punha-se a olhar fixamente para alguma coisa e os outros cães chamaram-lhe então o pensador.
Passado alguns anos, na cãolandia o pensador era o único cão que sabe ler, escrever e percebia a língua dos humanos e, trabalhava numa bibliotecão (biblioteca) e também era professor numa pequena escola inventada e manda erguer por ele mesmo e, aí ensinava os cachorrinhos.
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Passados alguns minutos o seu pai já estava no hospitacão, com a perna e ligada. Falou com o médico que estava a tratar dele e com isso soube que o seu pai não estava muito mal.
Os outros cães reuniram-se, sem o Pensador saber decidiram fazer uma festa e dizer-lhe que queriam que ele fosse o seu presidente e que manda-se na cãolandia.
O Pensador emocionou se, ele não queria ser o centro das atenções, mas os outros cães fizeram tal pressão que ele acabou por aceitar.
Muitos anos depois a cãolandia estava renovada, mais moderna e muito melhor e, o Pensador arranjou uma cadela e já teve dez cachorrinhos.


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