quinta-feira, 9 de junho de 2011

O cão bibliotecário



  
Era uma vez, na cãolandia, um cão chamado pensador porque quando era mais pequeno parava e punha-se a olhar fixamente para alguma coisa e os outros cães chamaram-lhe então o pensador.
   Passado alguns anos, na cãolandia o pensador era o único cão que sabe ler, escrever e percebia a língua dos humanos e, trabalhava numa bibliotecão (biblioteca) e também era professor numa pequena escola inventada e manda erguer por ele mesmo e, aí ensinava os cachorrinhos.


  Um dia estava ele a trabalhar na biblioteca quando o seu amigo Gorducho lhe veio chamar, porque o seu pai tinha caído e tinha partido uma perna, como lhe curar, foi buscar um livro, pois os seus óculos e logo descobriu como curar a sua perna, mas primeiro teve que ir á loja do madeiracão (o cão carpinteiro), e pediu-lhe se ele lhe podia emprestar duas pequenas tábuas.



  Passados alguns minutos o seu pai já estava no hospitacão, com a perna e ligada. Falou com o médico que estava a tratar dele e com isso soube que o seu pai não estava muito mal.
  Os outros cães reuniram-se, sem o Pensador saber decidiram fazer uma festa e dizer-lhe que queriam que ele fosse o seu presidente e que manda-se na cãolandia.
  O Pensador emocionou se, ele não queria ser o centro das atenções, mas os outros cães fizeram tal pressão que ele acabou por aceitar.
  Muitos anos depois a cãolandia estava renovada, mais moderna e muito melhor e, o Pensador arranjou uma cadela e já teve dez cachorrinhos. 

Sem comentários:

Enviar um comentário