quinta-feira, 9 de junho de 2011

União faz a força

  Num certo dia, num formigueiro, o grupo do senhor Forte com 4 elementos descobriram um lugar com muitas maças caídas no chão, então pegaram num camião e lá foram.
  Logo que acabaram de chegar começaram logo a trabalhar ainda era muito cedo, o sol ainda nem se mostrava por detrás das montanhas, só se viam os seus raios. Num instante o camião ficou cheio e o senhor Forte lá foi despeja-lo ao formigueiro. A meio da tarde já tinham levado 20 camiões e como faltava pouco para acabar a maçã só faltava o troço, então tentaram mete-lo no camião mas estava difícil, fizeram de diferentes maneiras para que ele entra-se para camião, até que se lembraram de ir buscar ajuda.
  Quando ele chegou ao formigueiro, ninguém lhes queria ajudar, pois todos tinham trabalhado e estavam muitos cansados. Então ele foi pedir ajuda a um grupo seu amigo, e apesar de estarem também cansados aceitaram.
  Foram todos no camião, quando chegaram ao lugar começaram a trabalhar e num instante o troço da maça estava no camião e, no dia seguinte foram os dois grupos trabalharem para o mesmo lugar, em conjunto.
  Passado alguns dias, quase todo o formigueiro estava a trabalhar aos pés das macieiras e, o senhor Forte foi considerado chefe do formigueiro.

Entrevista à varanda


Estamos a entrevistar a varanda da câmara municipal de Lisboa e pode parecer maluco entrevista-la nós vamos fazer na mesma

-Boa  tarde varanda
-boa tarde
-qual foi a sençao de assistir a uma revolta tão grande.
-estava a brincar eu não gosto dele  foi muito divertido ver as pessoas com as bandeiras portuguesas a gritar: REPUBLICA!REPUBLICA!
-As mãos de JOSE RELVAS eram macias ou ásperas?
-É assim eram macias eram umas mãos delicadas. Ta-me a perceber
-Estou
-Tem orgulho em ser a varanda mais importante de Portugal?
-Porque e que não havia de ter e muito importante as pessoas a tirara fotos etc….
-Quem era o mais pesado
-Eu não sei acho que eram os amigos do José Relva .
-O que e que via dai de cima?
-Eu só via cabeças cabeças e mais cabeças e bandeiras .
-O que e que as pessoa sentiam?
-As pessoas sentiam o direito de votar de haver igualdade.
-Pode dizer os segredos daquele tempo  e de agora ?
-UI.sao tantos segredos mas  não  posso contar são secretos.
-Mas sabe que as pessoas ao olharem para cima podem ficar com um torcicologo não sabe?
-Qual torcicologo qual que você tem mas e inveja de ter a minha popularidade.

O cão bibliotecário



  
Era uma vez, na cãolandia, um cão chamado pensador porque quando era mais pequeno parava e punha-se a olhar fixamente para alguma coisa e os outros cães chamaram-lhe então o pensador.
   Passado alguns anos, na cãolandia o pensador era o único cão que sabe ler, escrever e percebia a língua dos humanos e, trabalhava numa bibliotecão (biblioteca) e também era professor numa pequena escola inventada e manda erguer por ele mesmo e, aí ensinava os cachorrinhos.


  Um dia estava ele a trabalhar na biblioteca quando o seu amigo Gorducho lhe veio chamar, porque o seu pai tinha caído e tinha partido uma perna, como lhe curar, foi buscar um livro, pois os seus óculos e logo descobriu como curar a sua perna, mas primeiro teve que ir á loja do madeiracão (o cão carpinteiro), e pediu-lhe se ele lhe podia emprestar duas pequenas tábuas.



  Passados alguns minutos o seu pai já estava no hospitacão, com a perna e ligada. Falou com o médico que estava a tratar dele e com isso soube que o seu pai não estava muito mal.
  Os outros cães reuniram-se, sem o Pensador saber decidiram fazer uma festa e dizer-lhe que queriam que ele fosse o seu presidente e que manda-se na cãolandia.
  O Pensador emocionou se, ele não queria ser o centro das atenções, mas os outros cães fizeram tal pressão que ele acabou por aceitar.
  Muitos anos depois a cãolandia estava renovada, mais moderna e muito melhor e, o Pensador arranjou uma cadela e já teve dez cachorrinhos. 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

E se as palavras desaparecessem?

  Num certo dia, ia para retificar o relatório com 50 páginas, quando me deparo com ele totalmente vazio, menos na capa que dizia assim:”Não concordamos como as pessoas escrevem nas mensagens nos telemóveis e por Messenger.”
  Fui ver os outros relatórios e todos esses estavam vazios.
  Tentei para escrever uma mensagem no telemóvel e não escrevia o que eu queria. As palavras estavam a tentar dizer-me que estavam a fazer uma greve, (as palavras também teriam o direito de o fazer!?)
  Fiquei muito preocupado porque podia-mos parar até de falar.
  De repente olho para os anúncios publicitários e também eles estavam vazios, e nem os jornais e revistas escaparam a esta greve, com isto tudo nem dei com o tempo passar, já eram 10 horas, tenho que me despachar se não o meu patrão ainda me mata.
  Pouco tempo de pois, estava eu a ouvir uma música que gostava muito, quando interromperam a emissão para dizerem uma noticia de uma hora:
  “-As palavras começaram a desaparecer, estão a fazer greve em todo o MUNDO.” “Parece-me que estão a fazer greve de todo, pois só a parece nos placares, jornais, revistas e muitos mais meios de comunicação a dizer: “-Estamos fartos das pessoas não escreverem direito como na nossa língua, antes de escrever “que” escrevem “k” e este é só um exemplo.” Espero que todos os ouvintes tenham percebido isto…
  Quando o homem ainda estava a falar sobre o que tinha acontecido a emissão falha.
  Será que ele parou de falar?
  Quanto tempo isto vai durar?

Uma Aventura na tropa

Era uma vez o senhor Prato que enquanto andava na tropa, tinha muito medo do senhor Garfo apesar de ele ser o mais pequeno e sempre com trapos.
Um dia o senhor Garfo como sabia que ele tinha medo dele e decidiu optar por assustá-lo, o senhor Prato ficou muitíssimo assustado que fugiu a 20 pés,” pensando rápido, rápido antes que me apanhe”.
Foi direitinho para o seu quarto fechou a porta a 15 chaves e, começou a chorar tanto que se ouviu no cartel todo.
Como a partir daí o senhor Garfo lhe estava sempre a meter medo. O senhor Prato um dia ficou a topar o que ele lhe estava a preparar e foi pensar para um lugar mais tranquilo.
Nesse mesmo lugar estava o companheiro do quarto também triste porque ele também lhe estava a fazer o mesmo, passado alguns minutos o senhor Parto diz:
-já sei, vamos rapta-lo e depois colocamo-lo no nosso quarto.
-mas nós temos que estar os dois livres eu estou esta madrugada e, tu? (perguntou-lhe o seu amigo)
-eu só estou nesta quarta-feira, então só pudemos rapta-lo na quinta-feira. (afirmou o senhor Parto)
Depois de falarem, o senhor Parto foi para o quarto e o outro continuou lá.
Na quinta-feira á noite depois de todos terem ido dormir eles lá foram eles rapta-lo e meteram-lhe no quarto e só de manhã é que ele acordou, mas já andavam á procura dele e logo descobriram que ele estava no quarto deles.
Veio o comandante e o senhor Garfo e o seu companheiro tiveram de ir para o seu consultório, no caminho o senhor Parto disse que ele é que teve a ideia e que deveria de ser expulso e que não bale a pena terem de sairei os dois, o seu companheiro como também pensava isso aceitou.
Quando chegaram ao consultório o senhor Prato disse que pediu muitas desculpas ao comandante e também disse que a culpa foi só dele e que o seu companheiro não tinha nada a ver com aquilo. Então ele mandou sair o seu companheiro e disse que era proibido matar ou tentar matar e que isso dava direito á explosão e como isso ele foi expulso.
Quando ele chegou a casa soube que a sua mulher estava de parto no hospital, ele foi logo para lá para ver o seu filho.
Passado alguns dia ele veio para casa com o seu filho, a sua mulher e contou a toda a gente o que tinha acontecido no quartel e principalmente o rapto, toda a gente se riu dele mas já sabiam que ele era um medricas. 

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Criar uma personagem

  Nós conhecemo-nos em Talho, Cabeceiras.
  Namoramos um mês, em Abril, no fim do mês casamos ao som de rock. Pagamos 100 euros para a lua-de-mel, foi em Infias.
  Ela é bonita e inteligente, apesar de ter 5m, usar sapatos nº150, porque tomou um elixir para ser maior um bocado e sem querer tomou mais uma gota e ficou gigante. Tem 30 anos, olhos verdes. É rica e nunca fez nada.
  Chama-se Tatiana e tem o cabelo azul.

Que raio de situação

·      Porcaria, não vamos sair daqui tão rápido.
·      Este tempo está terrível.
·      Devíamos ter ficado em casa, não hajas!
·      Riiii, que ruído é este!?
·      Olha para ali, é uma árvore a partir.


 
·      Merda, acho que a árvore ia cair em cima do carro.
·      Irra, acho que ia-mos daqui para melhor.
·      Rápido, puxa atrás e vamos já para casa.
·      Anda lá, despacha-te.
·      Não vamos ir já embora, vamos primeiro buscar o nosso filho à escola.
·      Deves de ir mais de devagar.
·      Ainda bem que ele ainda não saiu.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Palavra puxa palavra

Vivo em Polvoreira
Polvoreira linda freguesia
Freguesia organizada
Organizada é a mãe
Mãe querida
Querida e amorosa
Amorosa como o mel
Mel doce como eu
Eu tenho uma paixão
Paixão do meu coração
Coração mole
Mole como o pão-de-ló
Pão-de-ló amarelo
Amarelo é o sol
Sol quente
Quente é o aquecedor
Aquecedor no Inverno
Inverno frio
Frio no Natal
Natal dia feliz
Feliz é o urso
Urso tem pelos
Pelos castanhos
Castanhos como as castanhas
Castanhas no S.Martinho
S.Martinho padroeiro
Padroeiro como o ouro
Ouro brilhante
Brilhante é o diamante
Diamante é um mineral
Mineral é o gesso
Gesso é duro
Duro é a pedra
Pedra é o feminino de Pedro
Pedro é o meu nome
Nome da escola
Escola que eu ando
Ando no 8B
8B de bons
Bons amigos
Amigos são os colegas.

Retrato chinês

Se eu fosse uma árvore
seria      um     pinheiro
porque         pinhões
se eu fosse uma  rocha
era uma pedra  porque
é como eu  me  chamo
se eu fosse um animal
seria    uma    formiga
porque é trabalhadora
se   eu  fosse   um  rio
seria o rio ave porque
 limpo     e     corajoso
se eu   fosse um  fruto
seria        uma    maça
porque é doce como eu
se   eu  fosse  uma  cor
seria  vermelho porque
é     igual    ao  sangue

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011